Trupe toda - Dia 4
Manhã à procura do café Avis que se chamava Capri onde as tias, com os teus cabelos pomposos e, tomavas o seu café e uma criança gritava, alternadamente, "mãããeeee" e "avóóóó". Rua principal deserta e com tudo fechado.
Foto referência, castelo ao centro
Nas voltas da manhã, voltou-se a casa para o almoço que se prolongou até às 15h30. Passados para a sala, para receber a Mafalda e fazermos uma recapitulação da informação. Informação puxa referências e acabamos todos num desabafo. "Quero desaparecer", diz a Mafalda em resposta à "censura criativa" das instituições. Existe um cansaço desta dança entre o que é permitido e/ ou considerado "seguro" (que é tolice), fala-se nas novilinguas ("dança") - que não se deve usar a experiência pessoal nas sinopses, das "regras de segurança" que são regras moralistas. Que se não se dança não se come.
Rogério e Mafalda
A Greg começa a preparar o jantar na sala, onde a conversa se prolonga. Já na cozinha o Rogério promete fazer-nos glögi, trazendo do quarto uma caixa com várias especiarias que comprou no K Market. A conversa continua, vozes ecoando da cozinha. Desta dita, já estou no quanto porque
a espontaneamente continua a ter preço
e eu continuo esgotada e em dor. Boa noite.



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