terça-feira, 30 de junho de 2009

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Claro está, mais uma obra do Gustavo!

domingo, 28 de junho de 2009

Móss, uma vida ocupada é como entrar em ressaca!

Só para partilhar:

2ª a 6ª - Todas as manhãs no Centro a aprender... coisas.
2ªs, 4ªs e 6ªs - Terapia Ocupacional 2h logo a seguir ao almoço.

Consultas e tratamentos periódicos de:

. Medicina Bio-Quântica;
. Oftalmologia;
. Neurologia (onde tenho que levar analises a exames)

Burocracia para tratar:

. Finanças;
. Serviço Social;
. Juntas de Freguesia de todo o lado;
. Bancos;
. Mestrado;
. Papeis da bolsa do Centro;
. ...e tudo o que aparecer.

Mesmo assim ainda preciso de:

. Ir para um ginásio (sem merdas, o meu lado direito está a perder massa muscular);
. Ter tomates para aguentar NÃO agredir nenhuma das senhoras da segurança social.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Este peixe está a aprender...

Muitos de vós que lêem o Re-Cobro sabem o que tenho dito sobre escola, teatro e etc. Sem estar com muitos rodeios, dia 19 tive a pensar seriamente no que fazer à minha vida. Dois anos não são nada numa vida mas são muitos numa juventude. A razão para a minha negação é óbvia e como aqui ninguém é burro, também não vou tomar delongas.
Decidi tirar o Mestrado na ESAD, de quê também não interessa a ninguém. Foram vários os aspectos que me levaram a tal decisão, entre os quais o facto de não passar mais tempo no Centro pois nem a curto prazo me daria os frutos que pretendo (conhecer de novo o meu corpo, testar a minha capacidade crítica e memoria, ter conhecimentos relativos ao que gosto, etc), por muito que esteja a aprender coisas novas lá (mais a nível pessoal e de voltar a cumprir horários, o que é neste momento é bastante importante para mim).
Para trabalhar teria de ficar no Centro para encontrar um estágio. Não sei quanto tempo demoraria, mas com o mercado a fechar-se cada vez mais, torna-se ainda mais difícil o que se traduz num aumentar de tempo no Centro. E, correndo o risco de uma má interpretação, não me sinto identificada com os colegas (por mil motivos, mas sobretudo porque 80% deles serem mais novos que eu). Pensei que mal por mal volto para a ESAD onde estão pessoas que me conheceram antes e acompanham o meu processo (ás vezes sinto-me como o Josef K.) e não me olham como um bicho (sim, por incrível que possa parecer os deficientes mentais e/ ou físicos também têm uma espécie de preconceito (é interessante pensar que acabo por não ser carne nem peixe…). Estaria numa espécie de incubadora durante algum tempo (não me obrigo a fazer os dois anos completos, mas assim que estiver preparada bato asas).
Por tudo isto hoje inscrevi-me. A vida é um ciclo meus amigos, aprendam por mim: pela boca morre o peixe.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Daniela's Survial Party



Obrigada amigos por passarem comigo este dia. 19 de Junho, 2 anos. Nasci de novo.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Sou uma pessoa especial (?)

Estou numa aula. Eu, que desde que tive o AVC disse “não quero mais aulas” bem que engoli o que disse. Imagina; uma sala, com uns 10 computadores, cheio de pessoas diferentes. Ao meu lado tenho um senhor de 52anos, que vive em portugal há 28. alguém, do outro lado, diz coisas imperceptíveis. Quando cheguei aqui estava longe de imaginar onde estava, se bem que já no tinham dito. Mas a experiência vale por mil livros e mil canais de televisão, e digo; estou a viver a experiência mais importante/ forte da minha vida (até agora, pois). Estou no Centro de Educação ESPECIAL D. Leonor, uma CERCI. Não te assustes. Ou melhor, quero lá saber...
Comecei na 3ª passada assim, de surpresa. Passo aqui as manhãs. Quando está bom tempo, vou à praia. Nunca me senti tão desperta, com tanta vontade de Fazer. Fazer, não necessariamente arte... amo teatro, mas sinto-me cada vez mais distante dele. Não posso falar do futuro, mas para além de uma vontade esmagadora de sair do país, não posso contar com nada para além do momento. E é o suficiente.
Acho que uma pessoa depois de sair da ESAD não sente tanto choque eheheh.

Há coisas fantásticas. A Marinha faz-me tanto mal que fui capaz de percorrer quatro países de comboio, apanhar três aviões, andar quilómetros por dia com mochilas de 60L ás costas, acordar ás 3h da manhã (4h de lá) e quando chego à Marinha a primeira coisa que faço é ter um parcial (não foi a primeira, foi ontem, mas dá para entender).
Continuo noutro capitulo qualquer...