sábado, 10 de agosto de 2013

Vómito

Puro ódio, todo o meu corpo se contorce de impotencia, de não poder partir aquela cara de anjo ate ficar irreconhecivel, deformada, inchada de todo o sangue que me corre nas veias, e sorrir ao ver a cara de pânico do imprestavel que me marcou com ferros quentes como se fosse uma vaca. Arrancar-lhe aquela tatuagem com os dentes e após isso cuspir o sangue de natas e kefir que aquele inceto voador tem, o sangue que não é dela, o sangue que fora meu e que dei. 30 - 70 tensão baixa, portas da morte para buscar vitalidade é necessario buscar cadaveres como alimento. Serenidade. Penso que acabei de relatar tudo o que gostaria de me proporcionar. A um passo de enlouquecer, a formiga assume o tamanho de uma arvore, capaz de esmagar-nos com dois dedos, dividir-nos em dois, em três, arrancar-nos os membros. Morte imediata. Fumo um cigarro completamente torto. No meu estomago dirigo apenas a bilis. A lâmina de barbear está escondida porque num dos meus momentos de sanidade escondi-a. O sol esconde-se com medo da musica que me rura propositalmente os ouvidos. Nada a perder. Nada a ganhar. Vivo como obrigação do medo.