A Tempestade - Dias 3 e 4
Dia 3 Acordei no início da madrugada com a clara noção que teria que ir para a Marinha. Deixei uma SMS e uma mensagem no whatsapp a informar a minha mãe que iria arrancar para lá entre entre as 16h e as 17h, porque ainda tinha esperança de voltar a adormecer. Não consegui. Vejo o dia a nascer e faço a mala (na verdade ainda estava feita da residência em Montemor-O-Novo), determinada a ir. Com o telemóvel carregado pensei em tirar umas fotos das moradas que as pessoas estavam a pedir e acabei por tirar o máximo que pude. Meti-me a caminho, estava a chover, azar fo caralho. Soube, na noite anterior, que existia um supermercado com gerador e marquei esse ponto de passagem para pedir para carregar o powerbank (o que possibilitava a probabilidade de ficar em casa). Fui andando e tirando fotos, com paragem no minimercado para comprimentar a Hidra (a cadela-mesa com patas fininhas) e acabei a falar com a dona também. Mesmo sem electricidade foi trabalhar. Os clientes vinham comprar água, atum...






